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	<title>Em Pauta</title>
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	<description>Aqui v&#225;rios assuntos ser&#227;o tratados sempre com a vis&#227;o de seu autor e colaboradores. Espero que vc goste e que contribua para criarmos um espa&#231;o que contenha o que est&#225; Em Pauta na vida de cada um de n&#243;s | CONTATO: marcpuc@gmail.com</description>
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		<title>Email x Telefone</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/email_x_telefone</link>
		<dc:date>22.08.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>E-mail j&#225; &#233; mais usado no trabalho do que o telefoneA utliza&#231;&#227;o de emails no mundo do trabalho vem se tornando sistem&#225;tica, suplantando inclusive o uso do telefone, segundo um estudo publicado hoje pela consultoria Dimension Data, especializada em tecnologia da informa&#231;&#227;o. A pesquisa demonstra que 99,6% das pessoas entrevistadas dizem utilizar o e-mail em suas comunica&#231;&#245;es no trabalho, contra 80% para o telefone fixo e 76% para o telefone celular. O estudo,realizada em 524 empresas em 13 pa&#237;ses do mundo, revelou ainda o uso crescente da Internet para se comunicar dentro da empresa, j&#225; que 66% dos consultados declaram utilizar um sistema de mensagem instant&#226;nea no trabalho. &#34;Hoje, no ambiente de trabalho existe uma s&#233;rie de meios de comunica&#231;&#227;o dispon&#237;veis (...) No entanto, nossa pesquisa mostrou que os funcion&#225;rios preferem os emails aos servi&#231;os de voz como o telefone&#34;, comentou Rob Lopez, diretor da Dimension Data. Segundo as informa&#231;&#245;es publicadas pela consultoria, com sede na &#193;frica do Sul, mas tamb&#233;m presente no Reino Unido, onde est&#225; cotada no mercado secund&#225;rio, 70% dos entrevistados acreditam que o uso dos e-mails melhora a produtividade, contrariamente aos blogs, mensagens instant&#226;neas e telefone por internet (servi&#231;o que utiliza o IP do computador para se comunicar).Fonte: TERRA</description>
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	<item rdf:about="http://empauta.blog.terra.com.br/joost_web_tv_com_qualidade">
		<title>Joost: web Tv com qualidade</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/joost_web_tv_com_qualidade</link>
		<dc:date>26.07.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>TV pela internet com qualidade id&#234;ntica &#224; TV convencional? &#201; o que prop&#245;e a nova denomina&#231;&#227;o do The Venice Project Prepare-se para mudar a forma como voc&#234; ve televis&#227;o. O Joost, nova denomina&#231;&#227;o do The Venice Project, promete TV pela internet com qualidade, taxa de quadros (ou frames) por segundo id&#234;ntica &#224; TV convencional e no qual as imagens fluem com naturalidade, nem de perto parecidas com os v&#237;deos granulados e a pequena tela do YouTube. Em mensagem enviada &#224; comunidade que vem testando o servi&#231;o, Fredrik de Wahl, CEO do Joost, afirma que, &#34;mesmo ainda em Beta, acreditamos que o Joost se tornar&#225; sin&#244;nimo do melhor da televis&#227;o com o melhor da internet&#34;. E n&#227;o se trata de nenhum exagero. O Joost usa a mesma malha cibern&#233;tica de redes que deu extrema velocidade ao Kazaa e &#243;tima qualidade de liga&#231;&#227;o por VoIP ao Skype para transmitir TV online de um jeito que voc&#234; n&#227;o est&#225; acostumado: com qualidade.
Ainda que diversidade ainda seja reduzida a programas especiais de m&#250;sica, os canais dispon&#237;veis no servi&#231;o s&#227;o levados ao micro com taxa de quadros id&#234;ntica &#224; TV. Ao inv&#233;s de apenas um quadro reproduzindo o filme, como servi&#231;o online de filme, o Joost toma todo o desktop e apresenta controles laterais que n&#227;o atrapalham a reprodu&#231;&#227;o da programa&#231;&#227;o. A &#243;tima resolu&#231;&#227;o chega a consumir at&#233; 320 MB de tr&#225;fego por apenas uma hora de televis&#227;o, o que exige uma poderosa conex&#227;o banda larga do usu&#225;rio. Wahl afirma que para chegar a este patamar, os engenheiros envolvidos trabalharam arduamente. &#8220;&#201; incr&#237;vel como conseguimos avan&#231;ar a partir do conceito inicial at&#233; este lan&#231;amento. Ainda estamos na vers&#227;o Beta, mas j&#225; temos uma grande prova de conceito [em que se basear], uma plataforma que vamos continuar a construir e melhorar com o suporte continuado da comunidade de testes e dos nossos parceiros&#8221;, diz.
O executivo explica que n&#227;o existe nenhum mist&#233;rio sobre o nome inicial do projeto. &#8220;Venice&#8221; era apenas o nome da sala de confer&#234;ncia do hotel onde a equipe estava reunida quando resolver tocar adiante a id&#233;ia. A comunidade de testes ainda est&#225; fechada, mas quem tiver interesse em participar deve se cadastrar e aguardar.
&#160;
Texto publicado na PCWorld.</description>
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	<item rdf:about="http://empauta.blog.terra.com.br/casas_bahia_prepara_site_de_ecommerce">
		<title>Casas Bahia prepara site de ecommerce</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/casas_bahia_prepara_site_de_ecommerce</link>
		<dc:date>19.07.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>As Casas Bahia v&#227;o come&#231;ar a vender produtos pela internet a partir do ano que vem, revelou ontem o diretor-executivo da maior rede de varejo do Pa&#237;s, Michael Klein. A reformula&#231;&#227;o da p&#225;gina eletr&#244;nica da rede est&#225; vinculada ao crescimento da base de clientes de cart&#227;o de cr&#233;dito com a bandeira da empresa. Atualmente, s&#227;o 2,5 milh&#245;es, mas o investimento nas vendas online s&#243; ser&#225; concretizado quando esse grupo atingir 4 milh&#245;es. 'N&#243;s primeiro temos de preparar a base para que possamos ter, no ano que vem, internet e p&#250;blico com cart&#227;o de cr&#233;dito para fazer as compras. E tamb&#233;m vender muitos computadores', afirmou Klein, durante a inaugura&#231;&#227;o do novo centro de distribui&#231;&#227;o de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A empresa n&#227;o informa em n&#250;meros absolutos o total de computadores vendidos, mas nos primeiros quatro meses deste ano a venda na rede cresceu 170% em rela&#231;&#227;o ao mesmo per&#237;odo de 2006. Klein diz que as Casas Bahia contam com 26 milh&#245;es de clientes com credi&#225;rio, mas apenas 10% deles t&#234;m cart&#227;o de cr&#233;dito com bandeira da empresa, lan&#231;ado h&#225; um ano e meio. Klein estima que s&#227;o emitidos 10 mil cart&#245;es por dia, o que torna a rede de varejo, segundo ele, a maior emissora de cart&#245;es de cr&#233;dito do Pa&#237;s. A taxa de inadimpl&#234;ncia nas vendas do credi&#225;rio est&#225; entre 10% e 11%. 'Se algu&#233;m me perguntasse h&#225; dois anos se as Casas Bahia, com 500 mil clientes com cart&#227;o de cr&#233;dito, deveriam vender pela internet, diria que sim. Mas &#233; melhor entrar atrasado do que n&#227;o entrar', diz o especialista em varejo Nelson Barrizelli, professor da Faculdade de Economia, Administra&#231;&#227;o e Contabilidade da Universidade de S&#227;o Paulo (USP). Algumas das principais concorrentes das Casas Bahia, como Lojas Americanas, Magazine Luiza e Ponto Frio, j&#225; vendem pela web. O especialista estima que as vendas pela internet respondem por cerca de 5% das vendas totais do varejo. Em alguns nichos espec&#237;ficos, como o de produtos eletroeletr&#244;nicos, Barrizzeli diz que a porcentagem &#233; maior. Para Barrizzeli, a entrada das Casas Bahia no com&#233;rcio virtual vai movimentar n&#227;o s&#243; as vendas de produtos eletroeletr&#244;nicos, como mexer com o mercado da internet em geral e acirrar a competi&#231;&#227;o. Hoje, a p&#225;gina da internet das Casas Bahia apresenta informa&#231;&#245;es da empresa, endere&#231;os de lojas e procedimentos para adquirir o cart&#227;o de cr&#233;dito. Mas o usu&#225;rio deve procurar a central de atendimento, por telefone, se quiser fazer uma compra. A entrada das Casas Bahia no com&#233;rcio virtual traz enormes desafios para a rede. Hoje, os produtos pequenos - como DVDs - s&#227;o retirados diretamente pelos clientes das lojas. Ao vender essas mercadorias pela internet, a rede teria de criar uma enorme rede de distribui&#231;&#227;o, proporcional ao n&#250;mero de clientes e a quantidade de vendas. No ano passado, as mais de 500 lojas das Casas Bahia faturaram R$ 11,5 bilh&#245;es. Pelas contas de Klein, antes de a venda de computadores explodir no Brasil, o movimento de um site de vendas seria o equivalente a duas lojas f&#237;sicas e n&#227;o valeria o investimento em log&#237;stica. Agora, por&#233;m, est&#225; se formando uma enorme massa de consumidores com potencial de comprar pela internet. Fonte: O Estado de S&#227;o Paulo - SP </description>
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	<item rdf:about="http://empauta.blog.terra.com.br/deixem_os_bits_com_a_gente">
		<title>Deixem os bits com a gente</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/deixem_os_bits_com_a_gente</link>
		<dc:date>25.05.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Artigo de Tiago Ritter - S&#243;cio-Diretor da W3haus (Newsletter Maio/2007 - Agadi)

A Web 2.0 est&#225; na moda. Conte&#250;dos colaborativos, marketing viral, comunidades online, Wikipedia, fam&#237;lia Google de produtos: Google Search, Gmail, Orkut, AdSense, Earth e, a mais nova aquisi&#231;&#227;o, You Tube. Mais do que pela qualidade das ferramentas e servi&#231;os, a Web 2.0 &#233; um sucesso porque deu ao usu&#225;rio aquilo que nenhuma outra m&#237;dia d&#225;: PODER.O internauta de hoje n&#227;o se contenta em acessar as galerias do Louvre de seu computador. Ele quer interagir, dividir com o mundo a sua experi&#234;ncia de ter estado em frente ao quadro da Monalisa, quer alertar o viajante para ter paci&#234;ncia com o mar de japoneses que ter&#225; de enfrentar para chegar at&#233; a obra de Da Vinci. O internauta de hoje n&#227;o vai ao site dos Beatles para saber se as remasteriza&#231;&#245;es reunidas no disco Love s&#227;o boas; ele faz uma busca no Google por blogs que falam do assunto e vai saber de outras pessoas, an&#244;nimos como ele, se vale a pena comprar o disco.O consumidor do meio digital (interativo e com opini&#227;o) &#233; o oposto daquele dos meios de massa (passivo e influenci&#225;vel). Entender essa premissa &#233; o ponto de partida para se criar um projeto para Internet. Chamar uma Ag&#234;ncia Digital para o planejamento e realiza&#231;&#227;o desse projeto &#233; o primeiro passo.O trip&#233; da constru&#231;&#227;o webPegando carona no livro &#34;A vida digital&#34; de Nicholas Negroponte, podemos dizer que as ag&#234;ncias de publicidade est&#227;o acostumadas a pensar em &#225;tomos. S&#227;o respons&#225;veis pela concep&#231;&#227;o da identidade corporativa do cliente e por trabalhar em m&#237;dias tang&#237;veis sem resposta imediata do p&#250;blico, como jornais, revistas e outdoors; s&#227;o predominantemente formadas por profissionais de comunica&#231;&#227;o. J&#225; as ag&#234;ncias digitais pensam em bits. Planejam e criam a&#231;&#245;es para um meio virtual e interativo, com resposta imediata, que pode abranger, al&#233;m da comunica&#231;&#227;o, servi&#231;os e entretenimento; s&#227;o formadas por profissionais multidisciplinares das &#225;reas de comunica&#231;&#227;o, tecnologia, arquitetura e design.Por terem essas diferen&#231;as, atuam em compet&#234;ncias distintas e possuem expertises complementares. Ao contr&#225;rio do que j&#225; se pensou no passado, as digitais n&#227;o s&#227;o concorrentes das ag&#234;ncias de publicidade. &#201; bem verdade que n&#227;o faltaram tentativas de se criar n&#250;cleos web dentro das ag&#234;ncias tradicionais. Mas o fato de a maioria, sen&#227;o a totalidade, desses n&#250;cleos n&#227;o existirem mais &#233; a prova necess&#225;ria de que se deve manter os &#225;tomos sob responsabilidade de um tipo de ag&#234;ncia e os bits com outro.Dentro dessa l&#243;gica, o mercado ga&#250;cho tem experimentado a realiza&#231;&#227;o de projetos web sustentados pelo trip&#233;: cliente, ag&#234;ncia de publicidade e ag&#234;ncia digital. Ao cliente, cabe passar suas necessidades, seus objetivos.Um exemplo dessa sinergia em a&#231;&#227;o &#233; o projeto Ipanema Gisele B&#252;ndchen. A marca de cal&#231;ados da Grendene teve a campanha conceituada pela W/Brasil, e executada pela ag&#234;ncia para as m&#237;dias impressas e TV. Para a campanha na internet, foi chamada a W3Haus que, a partir das informa&#231;&#245;es conceituais recebidas do cliente e da ag&#234;ncia, planejou e executou as a&#231;&#245;es online da marca. O resultado est&#225; em http://www.ipanemagiselebundchen.com.br.A evolu&#231;&#227;o do processo est&#225; na ratifica&#231;&#227;o desse modelo junto ao mercado. O tema est&#225; na pauta tanto da Associa&#231;&#227;o Ga&#250;cha das Ag&#234;ncias Digitais &#8211; AGADi, como da Associa&#231;&#227;o Riograndense de Propaganda &#8211; ARP. Em uma primeira reuni&#227;o entre as entidades, ficou claro que existe o interesse de ambas as partes. &#201; apenas uma quest&#227;o de tempo para que esse modelo saia do ambiente virtual composto por bits, e seja posto no papel formado por &#225;tomos.</description>
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	<item rdf:about="http://empauta.blog.terra.com.br/yoperiodista">
		<title>YoPeriodista</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/yoperiodista</link>
		<dc:date>11.05.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Boa tarde, amigos.

Como voc&#234;s bem sabem, este Blog tem inspira&#231;&#227;o num jornal estudantil da d&#233;cada de 90. J&#225; contei aqui que a criadora daquele ve&#237;culo de comunica&#231;&#227;o foi a jornalista Ana Maria Brambilla, mestre em Comunica&#231;&#227;o, editora assistente em Internet na Editora Abril e criadora do Blog Libellus. Hoje em dia ela &#233; uma grande profissional, mas h&#225; 10 anos era figurinha f&#225;cil nos corredores do Col&#233;gio S&#227;o Judas Tadeu em Porto Alegre.

Vejam que interessante, no tempo que ela fazia um jornal estudantil, ela encontrava dificuldades para receber&#160;ajuda dos estudantes. Hoje em dia, Ana Maria &#233; uma grande&#160;entusiasta do jornalismo colaborativo.&#160;E &#233; por esta raz&#227;o que pedi sua licen&#231;a para publicar aqui no Em Pauta um de seus &#160;coment&#225;rios sobre um exemplo de jornalismo colaborativo.

Texto de Ana Maria Brambilla publicado em 11/05/07 em seu Blog:

Juro! Chegou a me dar um calor quando vi! E n&#227;o, eu n&#227;o estou na menopausa O El Pa&#237;s tem o YoPeriodista, uma p&#225;gina totalmente dedicada para reportagens produzidas por cidad&#227;os rep&#243;rteres. Mais um modelo de jornalismo colaborativo que, &#224; primeira vista, me pareceu bastante inteligente. Ele promove relatos testemunhais (embora n&#227;o tenha visto muitos textos em primeira pessoa). Uma vez publicados, esses textos/fotos s&#227;o expostos &#224; opini&#227;o p&#250;blica de duas maneiras: * rankeamento tipo as estrelinhas do YouTube * bot&#227;ozito &#8220;Corregir&#8221;, que abre um mini-formul&#225;rio para report de corre&#231;&#245;es ou abusos Cara, ISSO SIM &#201; INTERA&#199;&#195;O! E como isso j&#225; n&#227;o bastasse, h&#225; remunera&#231;&#227;o de 500 euros aos melhores &#8220;yo periodistas&#8221; da semana e de 1.500 euros ao melhor &#8220;yo periodista&#8221; do m&#234;s. A escolha, claro, &#233; do p&#250;blico. Mas o motivo do calor n&#227;o foi s&#243; o fato de ter encontrado mais uma bela iniciativa num jornal&#227;o tradicional&#237;ssimo (sim, a m&#237;dia est&#225; se dobrando aos encantos da colabora&#231;&#227;o, hummm!). O que me move nessas horas &#233; saber que grandes ve&#237;culos da m&#237;dia brasileira s&#243; tomam atitudes realmente marcantes em suas trajet&#243;rias quando outros ve&#237;culos da m&#237;dia internacional j&#225; as tomaram e provaram que d&#225; certo! E agora? Qual a desculpa para n&#227;o adotar o jornalismo colaborativo? 

Texto originalmente publicado em: http://anabrambilla.com/blog/archives/181
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		<dc:date>22.08.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject>Outros</dc:subject>
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		<title>Joost: web Tv com qualidade</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/joost_web_tv_com_qualidade</link>
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Ainda que diversidade ainda seja reduzida a programas especiais de m&#250;sica, os canais dispon&#237;veis no servi&#231;o s&#227;o levados ao micro com taxa de quadros id&#234;ntica &#224; TV. Ao inv&#233;s de apenas um quadro reproduzindo o filme, como servi&#231;o online de filme, o Joost toma todo o desktop e apresenta controles laterais que n&#227;o atrapalham a reprodu&#231;&#227;o da programa&#231;&#227;o. A &#243;tima resolu&#231;&#227;o chega a consumir at&#233; 320 MB de tr&#225;fego por apenas uma hora de televis&#227;o, o que exige uma poderosa conex&#227;o banda larga do usu&#225;rio. Wahl afirma que para chegar a este patamar, os engenheiros envolvidos trabalharam arduamente. &#8220;&#201; incr&#237;vel como conseguimos avan&#231;ar a partir do conceito inicial at&#233; este lan&#231;amento. Ainda estamos na vers&#227;o Beta, mas j&#225; temos uma grande prova de conceito [em que se basear], uma plataforma que vamos continuar a construir e melhorar com o suporte continuado da comunidade de testes e dos nossos parceiros&#8221;, diz.
O executivo explica que n&#227;o existe nenhum mist&#233;rio sobre o nome inicial do projeto. &#8220;Venice&#8221; era apenas o nome da sala de confer&#234;ncia do hotel onde a equipe estava reunida quando resolver tocar adiante a id&#233;ia. A comunidade de testes ainda est&#225; fechada, mas quem tiver interesse em participar deve se cadastrar e aguardar.
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		<title>Casas Bahia prepara site de ecommerce</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/casas_bahia_prepara_site_de_ecommerce</link>
		<dc:date>19.07.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject>Outros</dc:subject>
		<description>As Casas Bahia v&#227;o come&#231;ar a vender produtos pela internet a partir do ano que vem, revelou ontem o diretor-executivo da maior rede de varejo do Pa&#237;s, Michael Klein. A reformula&#231;&#227;o da p&#225;gina eletr&#244;nica da rede est&#225; vinculada ao crescimento da base de clientes de cart&#227;o de cr&#233;dito com a bandeira da empresa. Atualmente, s&#227;o 2,5 milh&#245;es, mas o investimento nas vendas online s&#243; ser&#225; concretizado quando esse grupo atingir 4 milh&#245;es. 'N&#243;s primeiro temos de preparar a base para que possamos ter, no ano que vem, internet e p&#250;blico com cart&#227;o de cr&#233;dito para fazer as compras. E tamb&#233;m vender muitos computadores', afirmou Klein, durante a inaugura&#231;&#227;o do novo centro de distribui&#231;&#227;o de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A empresa n&#227;o informa em n&#250;meros absolutos o total de computadores vendidos, mas nos primeiros quatro meses deste ano a venda na rede cresceu 170% em rela&#231;&#227;o ao mesmo per&#237;odo de 2006. Klein diz que as Casas Bahia contam com 26 milh&#245;es de clientes com credi&#225;rio, mas apenas 10% deles t&#234;m cart&#227;o de cr&#233;dito com bandeira da empresa, lan&#231;ado h&#225; um ano e meio. Klein estima que s&#227;o emitidos 10 mil cart&#245;es por dia, o que torna a rede de varejo, segundo ele, a maior emissora de cart&#245;es de cr&#233;dito do Pa&#237;s. A taxa de inadimpl&#234;ncia nas vendas do credi&#225;rio est&#225; entre 10% e 11%. 'Se algu&#233;m me perguntasse h&#225; dois anos se as Casas Bahia, com 500 mil clientes com cart&#227;o de cr&#233;dito, deveriam vender pela internet, diria que sim. Mas &#233; melhor entrar atrasado do que n&#227;o entrar', diz o especialista em varejo Nelson Barrizelli, professor da Faculdade de Economia, Administra&#231;&#227;o e Contabilidade da Universidade de S&#227;o Paulo (USP). Algumas das principais concorrentes das Casas Bahia, como Lojas Americanas, Magazine Luiza e Ponto Frio, j&#225; vendem pela web. O especialista estima que as vendas pela internet respondem por cerca de 5% das vendas totais do varejo. Em alguns nichos espec&#237;ficos, como o de produtos eletroeletr&#244;nicos, Barrizzeli diz que a porcentagem &#233; maior. Para Barrizzeli, a entrada das Casas Bahia no com&#233;rcio virtual vai movimentar n&#227;o s&#243; as vendas de produtos eletroeletr&#244;nicos, como mexer com o mercado da internet em geral e acirrar a competi&#231;&#227;o. Hoje, a p&#225;gina da internet das Casas Bahia apresenta informa&#231;&#245;es da empresa, endere&#231;os de lojas e procedimentos para adquirir o cart&#227;o de cr&#233;dito. Mas o usu&#225;rio deve procurar a central de atendimento, por telefone, se quiser fazer uma compra. A entrada das Casas Bahia no com&#233;rcio virtual traz enormes desafios para a rede. Hoje, os produtos pequenos - como DVDs - s&#227;o retirados diretamente pelos clientes das lojas. Ao vender essas mercadorias pela internet, a rede teria de criar uma enorme rede de distribui&#231;&#227;o, proporcional ao n&#250;mero de clientes e a quantidade de vendas. No ano passado, as mais de 500 lojas das Casas Bahia faturaram R$ 11,5 bilh&#245;es. Pelas contas de Klein, antes de a venda de computadores explodir no Brasil, o movimento de um site de vendas seria o equivalente a duas lojas f&#237;sicas e n&#227;o valeria o investimento em log&#237;stica. Agora, por&#233;m, est&#225; se formando uma enorme massa de consumidores com potencial de comprar pela internet. Fonte: O Estado de S&#227;o Paulo - SP </description>
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	<item rdf:about="http://empauta.blog.terra.com.br/deixem_os_bits_com_a_gente">
		<title>Deixem os bits com a gente</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/deixem_os_bits_com_a_gente</link>
		<dc:date>25.05.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject>Outros</dc:subject>
		<description>Artigo de Tiago Ritter - S&#243;cio-Diretor da W3haus (Newsletter Maio/2007 - Agadi)

A Web 2.0 est&#225; na moda. Conte&#250;dos colaborativos, marketing viral, comunidades online, Wikipedia, fam&#237;lia Google de produtos: Google Search, Gmail, Orkut, AdSense, Earth e, a mais nova aquisi&#231;&#227;o, You Tube. Mais do que pela qualidade das ferramentas e servi&#231;os, a Web 2.0 &#233; um sucesso porque deu ao usu&#225;rio aquilo que nenhuma outra m&#237;dia d&#225;: PODER.O internauta de hoje n&#227;o se contenta em acessar as galerias do Louvre de seu computador. Ele quer interagir, dividir com o mundo a sua experi&#234;ncia de ter estado em frente ao quadro da Monalisa, quer alertar o viajante para ter paci&#234;ncia com o mar de japoneses que ter&#225; de enfrentar para chegar at&#233; a obra de Da Vinci. O internauta de hoje n&#227;o vai ao site dos Beatles para saber se as remasteriza&#231;&#245;es reunidas no disco Love s&#227;o boas; ele faz uma busca no Google por blogs que falam do assunto e vai saber de outras pessoas, an&#244;nimos como ele, se vale a pena comprar o disco.O consumidor do meio digital (interativo e com opini&#227;o) &#233; o oposto daquele dos meios de massa (passivo e influenci&#225;vel). Entender essa premissa &#233; o ponto de partida para se criar um projeto para Internet. Chamar uma Ag&#234;ncia Digital para o planejamento e realiza&#231;&#227;o desse projeto &#233; o primeiro passo.O trip&#233; da constru&#231;&#227;o webPegando carona no livro &#34;A vida digital&#34; de Nicholas Negroponte, podemos dizer que as ag&#234;ncias de publicidade est&#227;o acostumadas a pensar em &#225;tomos. S&#227;o respons&#225;veis pela concep&#231;&#227;o da identidade corporativa do cliente e por trabalhar em m&#237;dias tang&#237;veis sem resposta imediata do p&#250;blico, como jornais, revistas e outdoors; s&#227;o predominantemente formadas por profissionais de comunica&#231;&#227;o. J&#225; as ag&#234;ncias digitais pensam em bits. Planejam e criam a&#231;&#245;es para um meio virtual e interativo, com resposta imediata, que pode abranger, al&#233;m da comunica&#231;&#227;o, servi&#231;os e entretenimento; s&#227;o formadas por profissionais multidisciplinares das &#225;reas de comunica&#231;&#227;o, tecnologia, arquitetura e design.Por terem essas diferen&#231;as, atuam em compet&#234;ncias distintas e possuem expertises complementares. Ao contr&#225;rio do que j&#225; se pensou no passado, as digitais n&#227;o s&#227;o concorrentes das ag&#234;ncias de publicidade. &#201; bem verdade que n&#227;o faltaram tentativas de se criar n&#250;cleos web dentro das ag&#234;ncias tradicionais. Mas o fato de a maioria, sen&#227;o a totalidade, desses n&#250;cleos n&#227;o existirem mais &#233; a prova necess&#225;ria de que se deve manter os &#225;tomos sob responsabilidade de um tipo de ag&#234;ncia e os bits com outro.Dentro dessa l&#243;gica, o mercado ga&#250;cho tem experimentado a realiza&#231;&#227;o de projetos web sustentados pelo trip&#233;: cliente, ag&#234;ncia de publicidade e ag&#234;ncia digital. Ao cliente, cabe passar suas necessidades, seus objetivos.Um exemplo dessa sinergia em a&#231;&#227;o &#233; o projeto Ipanema Gisele B&#252;ndchen. A marca de cal&#231;ados da Grendene teve a campanha conceituada pela W/Brasil, e executada pela ag&#234;ncia para as m&#237;dias impressas e TV. Para a campanha na internet, foi chamada a W3Haus que, a partir das informa&#231;&#245;es conceituais recebidas do cliente e da ag&#234;ncia, planejou e executou as a&#231;&#245;es online da marca. O resultado est&#225; em http://www.ipanemagiselebundchen.com.br.A evolu&#231;&#227;o do processo est&#225; na ratifica&#231;&#227;o desse modelo junto ao mercado. O tema est&#225; na pauta tanto da Associa&#231;&#227;o Ga&#250;cha das Ag&#234;ncias Digitais &#8211; AGADi, como da Associa&#231;&#227;o Riograndense de Propaganda &#8211; ARP. Em uma primeira reuni&#227;o entre as entidades, ficou claro que existe o interesse de ambas as partes. &#201; apenas uma quest&#227;o de tempo para que esse modelo saia do ambiente virtual composto por bits, e seja posto no papel formado por &#225;tomos.</description>
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	<item rdf:about="http://empauta.blog.terra.com.br/yoperiodista">
		<title>YoPeriodista</title>
		<link>http://empauta.blog.terra.com.br/yoperiodista</link>
		<dc:date>11.05.07</dc:date>
		<dc:creator>Marcelo Dutra</dc:creator>
		<dc:subject>Outros</dc:subject>
		<description>Boa tarde, amigos.

Como voc&#234;s bem sabem, este Blog tem inspira&#231;&#227;o num jornal estudantil da d&#233;cada de 90. J&#225; contei aqui que a criadora daquele ve&#237;culo de comunica&#231;&#227;o foi a jornalista Ana Maria Brambilla, mestre em Comunica&#231;&#227;o, editora assistente em Internet na Editora Abril e criadora do Blog Libellus. Hoje em dia ela &#233; uma grande profissional, mas h&#225; 10 anos era figurinha f&#225;cil nos corredores do Col&#233;gio S&#227;o Judas Tadeu em Porto Alegre.

Vejam que interessante, no tempo que ela fazia um jornal estudantil, ela encontrava dificuldades para receber&#160;ajuda dos estudantes. Hoje em dia, Ana Maria &#233; uma grande&#160;entusiasta do jornalismo colaborativo.&#160;E &#233; por esta raz&#227;o que pedi sua licen&#231;a para publicar aqui no Em Pauta um de seus &#160;coment&#225;rios sobre um exemplo de jornalismo colaborativo.

Texto de Ana Maria Brambilla publicado em 11/05/07 em seu Blog:

Juro! Chegou a me dar um calor quando vi! E n&#227;o, eu n&#227;o estou na menopausa O El Pa&#237;s tem o YoPeriodista, uma p&#225;gina totalmente dedicada para reportagens produzidas por cidad&#227;os rep&#243;rteres. Mais um modelo de jornalismo colaborativo que, &#224; primeira vista, me pareceu bastante inteligente. Ele promove relatos testemunhais (embora n&#227;o tenha visto muitos textos em primeira pessoa). Uma vez publicados, esses textos/fotos s&#227;o expostos &#224; opini&#227;o p&#250;blica de duas maneiras: * rankeamento tipo as estrelinhas do YouTube * bot&#227;ozito &#8220;Corregir&#8221;, que abre um mini-formul&#225;rio para report de corre&#231;&#245;es ou abusos Cara, ISSO SIM &#201; INTERA&#199;&#195;O! E como isso j&#225; n&#227;o bastasse, h&#225; remunera&#231;&#227;o de 500 euros aos melhores &#8220;yo periodistas&#8221; da semana e de 1.500 euros ao melhor &#8220;yo periodista&#8221; do m&#234;s. A escolha, claro, &#233; do p&#250;blico. Mas o motivo do calor n&#227;o foi s&#243; o fato de ter encontrado mais uma bela iniciativa num jornal&#227;o tradicional&#237;ssimo (sim, a m&#237;dia est&#225; se dobrando aos encantos da colabora&#231;&#227;o, hummm!). O que me move nessas horas &#233; saber que grandes ve&#237;culos da m&#237;dia brasileira s&#243; tomam atitudes realmente marcantes em suas trajet&#243;rias quando outros ve&#237;culos da m&#237;dia internacional j&#225; as tomaram e provaram que d&#225; certo! E agora? Qual a desculpa para n&#227;o adotar o jornalismo colaborativo? 

Texto originalmente publicado em: http://anabrambilla.com/blog/archives/181
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